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11/03/2008 15:21
Pequeno notável
Desde quando a Sony inventou de lançar um portátil, em meados de 2004 no Japão e só em 2005 nos Estados Unidos, confesso que fui um tanto quanto arredia a idéia. Achei que mudaria de opinião ao primeiro contato com o PSP, entretanto as impressões foram negativas mesmo após um barril de elogios vindos do outro lado do mundo.
Quando fui à E3, em 2006, conheci o divertido "LocoRoco" e só então comecei a olhar para o brinquedinho com menos antipatia. Ano passado, durante as férias, percebi que andar pelas ruas das cidades européias com meu DS a tiracolo era démodé, visto que a febre do lado de lá do Atlântico era, quem diria, o portátil da Sony. Pensava no metrô: "Ué, o que esse povo vê nisso, hein?".
Bem, mas eis que um dia...
...assim, do nada, sou apresentada "pessoalmente" ao "God of War: Chains of Olympus". Sabia que iria achar bacaninha o jogo, afinal "God of War" foi, derradeiramente, o último grande game do Playstation 2, pelo qual, inclusive, perdi noites de sono. Comecei desconfiada, fitando de rabo de olho aquele Kratos que mais reproduzia o carequinha bombado dos títulos anteriores, entretanto, após 10 minutos de jogatinha, comecei a perceber que estava realmente gostando da coisa. Tinha de voltar ao trabalho, mas pensava: "Só mais um monstrinho!".
Os minutos foram passando a velocidade da luz e a vontade de largar o PSP diminuindo. A jogabilidade perfeita e a sensação de conforto frente aos controles do portátil formavam um conjunto perfeito, principalmente se aliados aos gráficos impecáveis daquela "coisinha". A experiência era incrível.
Embora seja um braço da franquia que fez nome no Playstaion 2 aos "45 do segundo tempo", a versão para PSP demonstra um cuidado especial no desenvolvimento. Quem busca no portátil um "remake" pode ir "tirando o cavalinho da chuva"; "Chains of Olympus" sabe como explorar toda a capacidade do portátil, mostrando que as plataformas móveis podem oferecer muito mais do quem vêm oferecendo atualmente.
A versão de "God of War" para PSP vem sendo avaliada positivamente e deve se consolidar como um dos melhores - se não o melhor - jogo para o portátil. O Game Girl assina embaixo e enfatiza: "Kratos é tudo, gurias".
enviada por Renata Honorato
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