E aí, galerinha? Tudo certo com vocês? Estava aqui pensando no que escrever, mas os últimos dias cheios e a contagem regressiva para as férias me deixou com a cabeça nas nuvens, e por que não dizer no Radiohead - mas essa é outra história.
Muitas coisas interessantes aconteceram nas últimas semanas. Apresentei, com o pessoal da EGM Brasil, o Troféu Gameword e - acreditem - fui chamada de "Babe-Gamer" pelo Rodolfo Braz, lá na matéria do Herói. Ah, olha isso! Vou soltar um hadouken e aí vão ver que sou uma "tia". Hahaha!
Na quarta-feira passada fui em um encontro muito legal com o pessoal do Yahoo! e, em um dado momento, os moços citaram os games. Fiquei orgulhosa e com vontade de soltar um "viva". Mas como ainda tenho um pouco de juízo, fiquei na minha.
Analisando a audiência do meu filho, percebi que os destaques mais acessados foram todas as notícias relacionadas ao caso "Age of Conan". Nunca vi guerreiras siliconadas darem tanto o que falar. Gosh! O que vocês acharam, guris? Me refiro ao jogo e não aos atributos das moças, okay?
Gossip!!!! Parece que a Sony vem para o Brasil mesmo. Pena que não será para fazer a alegria dos fãs de MGS, trazendo o PS3; a multinacional quer "fomentar" as vendas do Play 2 no país. Humpft. Me senti tão 3º mundo. Blé!
Nesta segunda o Leo De Biase reuniu aqui em São Paulo um grupo bacana de jornalistas e executivos da indústria para entender como anda o mercado de games. Infelizmente não puder ir, mas assim que souber dos babados que rolaram lá conto aqui.
Lembra daquela história defendida por nossos pais de que os videogames viciam? Pois, bem, meu povo, eles tinham - e têm - toda a razão.
O DailyMail publicou uma matéria que dá conta de uma pesquisa norte-americana que comprova o que já sabíamos "informalmente": os homens tendem a se viciar mais em games do que as mulheres.
O estudo foi realizado com ambos os sexos, simultaneamente, enquanto eram monitorados com um aparelho de tomografia por ressonância magnética. As atividades cerebrais foram "escaneadas" e depois analisadas por especialistas.
A pesquisa afirmou que durante a jogatina áreas do cérebro responsáveis pelo desejo de vencer e vício eram mais ativadas nos homens do que nas mulheres. Isso mesmo. Enquanto os garotos jogavam um game, o cérebro masculino era estimulado como no tempo dos homens das cavernas durante uma caçada (rs).
O estudo foi realizado pelo Professor Allan Reiss, da Universidade da Califórnia.
Se concordo com esses resultados? Evidentemente! Mulheres preferem jogos de satisfação imediata, com uma linha de aprendizagem curta. Geralmente não temos paciência para tutorias e, por incrível que pareça, não somos tão competitivas assim. Vale ressaltar, entretanto, que durante a TPM o quadro é completamente diferente. Nunca se arrisque a desafiar a sua namorada, esposa ou ficante durante esse período do mês. Provavelmente ela vai vencer a partida e ainda jogar o joystick na sua cabeça - e começar a chorar depois, claro. Fica aí a dica!
Haha! Como seria o rehab para um viciado em games, hein?
É isso aí, galera. Mais uma vez os games invadiram a casa do povo brasileiro por meio de uma matéria exibida no Fantástico.
O assunto? Bem, o mesmo de sempre: a violência. Confesso que acho legal ver os jogos eletrônicos ganhando espaço em programas dominicais de tal importância e alcance, mas sejamos sinceros: a mesma ladainha de sempre cansa.
Há tantas outras vertentes para serem abordadas. Falar sobre o "Counter-Strike", "Bully", ou mesmo sobre a pirataria, é manjado demais. A Pajé continua lá e, por favor, ninguém foi "proibido de jogar CS". O que aconteceu foi o fim da comercialização do jogo.
Recentemente publicamos no Arena Turbo uma matéria super interessante sobre o uso dos games na saúde. Por que ninguém aborda o tema? E sobre o GTA IV? O maior fenômeno da indústria do entretenimento debaixo dos nossos olhos e nenhum comentário acerca do jogo. Isso sem contar o "Wii Fit", que ganhou destaque no The New York Times, jornal pelo qual tenho um digno respeito. Em minha opinião, é o veículo que melhor aborda o tema no mundo. Suas matérias são sempre interessantes, bem apuradas e curiosas. As cabeças pensantes por trás dessas reportagens são de dois super jornalistas: Seth Schiesel e Brian Stelter.
Quem quiser conferir a matéria do Fantático, clique aqui, oh.
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Bom, na próxima sexta-feira, 30, começa a etapa nacional da ESWC e também a entrega "Troféu Game World". Adivinhem quem estará lá ajudando o pessoal a apresentar as categorias? Dãããã! ;p
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Ontem joguei duas partidas do clássico jogo de tabuleiro "Damas" no MSN. Gentemmmm, eu juro que não conhecia essa funcionalidade do Messenger. É divertido, sabe? Bem, menos quando você perde duas partidas seguidas :-(
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Hora de relaxar com um vídeo do Adult Swim. Adoooro! Com vocês "Grand Theft Mario" ;p
Aha! Você estranhou o título do post, né? Bem, foi por meio do Lucas que conheci o site engraçadíssimo College Humor e foi lá que descobri como os jogos podem, sim, incitar a violência descabida e sem limites (rs).
Liderado por uma cambada de ex-universitários - imagino -, o site possui uma seção exclusiva dedicada, exclusivamente, ao besteirol gamer. São textos (um diário do Romam, primo do Niko, no "GTA IV", por exemplo), vídeos e imagem que fazem paródias de franquias populares.
É difícil escolher qual o melhor vídeo postado por eles. Vale ressaltar, inclusive, que uma visita ao site pode levar horas. São muitos conteúdos, todos bem apelões, que fazem você sentir dor de barriga de tanto rir.
Bem, então você quer mesmo saber por que afirmo aqui que os jogos influenciam a violência? Surpreenda-se!
Mario Killing Spree
Rejected Wii Games (esse foge ao assunto, mas é ótimo)
Elas estão por aí, algumas disfarçadas, outras escondidas sob a sombra de um namorado gamemaníaco. As game girls, ou garotas que jogam, não têm vergonha em admitir o seu hobby peculiar - algumas vezes sutilmente, é bem verdade - e mostram que realmente entendem do assunto. É o caso da fofíssima Lia Camargo, 24, webdesigner da Capricho. A blogueira confessou para o Game Girl que se amarra em uma boa jogatina e afirma gostar de jogos desde criancinha. Confira, abaixo, o nosso bate-papo via MSN.
Renata diz:
Lia, quando começou o seu intesse por games?
Lia diz:
Meu pai sempre foi muito ligado em tecnologia, então desde bebê eu tinha Odyssey em casa e já era doida pra jogar
Lia diz:
Claro que na época meus pais só me davam o joystick que não funcionava, para eu achar que tava jogando e parar de pentelhar...
Renata diz:
E hoje, menina, o que você costuma jogar? Outras amigas suas também jogam?
Lia diz:
Hoje eu jogo praticamente tudo. Só dispenso jogos de estratégia (com exceção de Starcraft) e de futebol. Tenho jogado muito Wii sozinha (Super Mario Galaxy, Zelda, Paper Mario e Zack & Wiki) e com amigos (Trauma Center, RE Umbrella, Lego Star Wars, Sonic and The Secret Ring, Wii Sports, Wario Ware). Jogo um pouco de DS (Cooking Mama 2, Animal Crossing, Zelda Hourglass) e PC (The Sims 2, TR Anniversary, NFS Carbon, FlatOut 2, Half Life 2 e Bioshock)
Lia diz:
Minhas amigas não jogam nada, mas com muita insistência elas jogam um pouco de Boliche no Wii ou uns jogos mais antigos de SNES, tipo Mario Kart e Street Fighter
Renata diz:
E como seu namorado reage? Ele joga com você?
Lia diz:
Eu conheci ele há anos, porque ele tinha um clubinho de videogame e eu precisava de dicas pra Banjo Kazooie (hahaha). Vi o endereço em uma revista, mandei uma carta (é... não tínhamos internet fácil ainda) e fomos conversando e nos conhecendo. Ele também adora games, joga comigo e passa as fases que eu tenho dificuldade (haha, bem no estilo "mata os chefões"); a gente se assiste jogando. Só complica quando um dos dois vicia um pouco em alguma coisa. Tivemos que abolir Ragnarök da nossa vida, porque chegamos em um nível onde nos encontrávamos mais no jogo do que na vida real.
Renata diz:
Que ploft, ploft! Você acha que os jogos estão cada vez mais chamando a atenção da mulherada ou acredita que ainda falta muito para que os games atinja também esse público-alvo?
Lia diz:
Eu acho que sim! Principalmente os jogos online, pela possibilidade dos relacionamentos e os jogos de Wii que têm um formato diferente, que não exigem habilidade no joystick como os jogos de antes. A quantidade de "jogos-fofura", não infantilóides, também cresceu muito!
...no post anterior que os humanos são maus. Já criaram até um webgame baseado no caso do sumiço do padre Adelir De Carli. Essa internet não deixa escapar nada. Gosh!
A semana anda agitada, hein? O lançamento do "GTA IV", considerado um dos principais títulos do ano, deu uma reviravolta no mercado que, em minha opinião, andava meio morninho.
O jogo foi destacado pela Reuters e em um vídeo divulgado pela renomada agência de notícias, o fato de poder "bater em policias e dirigir embriagado" ganhou uma super atenção, como já era de se esperar.
Não se fala em outra coisa. O blog Joystiq, por exemplo, não mediu esforços e dedicou mais de 90% dos posts desta terça-feira ao game.
Ainda não se sabe ao certo quando o novo GTA chegará ao Brasil, entretanto as especulações dão conta de uma provável data: 10 de maio. Todas as lojas online brasileiras estão dizendo que poderão entregar o jogo a partir do dia 15, com exceção da FNAC, que promete mandar o título ainda no próximo dia 05.
Falei com o Vinicius Marques, da NC Games, por MSN e, segundo ele, a importação de GTA anda meio enrolada, em virtude da crise que assola o mercado norte-americano. Parece que já era para o jogo ter sido despachado, entretanto até agora nadinha, nadinha.
Essa tempestade de notícias acerca do jogo me faz lembrar o lançamento do "San Andreas". Minha mãe nunca tinha tido contado algum com o game, mas fez um feliz e engraçado comentário, enquanto passava a tarde de um sábado "enclausurada" no quarto: "Vai, filha, rouba o carro dele". Adoooro!
Apesar de algumas pessoas dizerem por aí que GTA é "jogo de menino" (essa é pra você Bueno...hihihi), estou aqui para afirmar o contrário. Veja abaixo cinco motivos para gastar algumas horinhas com o game:
1- É muito legal roubar carros (virtualmente, okay, puritanos?);
2- Faz um bem danado para a TPM sair detonando tudo por aí (REPITO: virtualmente. É bom avisar antes que o Ministério Público queira me mandar para o xilindró);
3- O roteiro é muito bem elaborado;
4- A trilha sonora é indiscutível;
5- Somos humanos, oras. Humanos são maus. Por que acham desenvolveram um jogo chamado "Destroy all Humans"?
Bem, é isso! Eu ainda não tive a felicidade de colocar as mãos na "belezinha", mas aguardo ansiosa pela ocasião.
E vocês viram que um "mano" quebrou tudo na Livraria Cultura, ali na região da Avenida Paulista, aqui em Sampa, com um TACO DE BEISEBOL? Será que ele jogava "Manhunt"?
Ahhhhh, já ia esquecendo: O ator Zach Braff atualizou o seu blog (só consegui ler o post por meio do MySpace) e comparou o último episódio do Scrubs, que vai ao ar no próximo dia 8 nos EUA, ao "World of Warcraft". Gosh! Será que ele faz parte da "tchurma" que passa o dia matando orcs? lol
Ulálá! O clima anda esquentando nesse nosso peculiar mundo dos games. Os jogos eróticos, embora ainda não tenham alcançado a popularidade, estão crescendo e ganhando espaço na mídia. Vistos há alguns anos como um "território proíbido", os games com temática adulta estão presentes no mercado desde 1983 e, ao longo dos últimos 25 anos, passaram de 22 lançamentos anuais para 549 em 2007.
O ocidente, particularmente, não tem muito conhecimento desse gênero, entretanto no Japão, onde o mangá e o hentai movimentam positivamente o mercado editorial, a popularidade dos jogos eróticos é muito maior. Vale ressaltar, entretanto, que o crescimento no número de lançamentos não significa, necessariamente, a explosão de uma indústria segmentada. Para ganhar notoriedade e credibilidade as empresas responsáveis por esses jogos precisam se adequar aos novos padrões e, principalmente, "ocidentalizar" esses games.
Existe uma preocupação moral e certa resistência do próprio público com os jogos eróticos. A sociedade ainda não consegue separar o "joio do trigo" e coloca o estilo no mesmo polêmico "balaio" da pornográfia. Esse fato faz com que a penetração - sem pensamentos maliciosos! - do gênero fique ainda mais limitada, transformando um erro de interpretação em um muro capaz de separar as produtoras desses jogos do resto da indústria.
Segundo o site japonês August Dojin Data Base, o ano em que ocorreram mais lançamentos do gênero foi em 2003, quando 599 títulos chegaram ao mercado. Esse levantamento engloba todas as plataformas e abrange, principalmente, o Japão.
Ainda em 2003 uma notícia atiçou o libido dos entusiastas. O jogo "Lula 3D", onde a protagonista é uma produtora de filmes eróticos, foi anunciado pela CDV, uma desenvolvedora alemã. O game para PC foi lançado em 2004 na Europa e em 2006 nos Estados Unidos. Pouco se ouviu falar do jogo após a sua estréia, entretanto o título ganhou destaque na mídia especilizada graças a sua temática "ousada".
Um outro jogo curioso atende pelo nome de "Red Light Center", um Massively Multi-User Reality, onde o objetivo é cair na balada e, claro, abusar da "vida adulta". O título lembra um "The Sims", entretanto traz um enredo deveras "caliente".
Para fomentar esse segmento mercadológico, em 2006 foi realizado, nos Estados Unidos, um encontro cujo objetivo principal era discutir o assunto. A "Sex in Games Conference" aconteceu no mês de junho e gerou muita mídia espontânea. O evento ganhou destaques no The Guardian e teve cobertura - quem diria! - da revista "geek-cool" Wired.
Se a indústria de jogos eróticos "acertar a mão e não errar o ponto", certamente o gênero deve crescer e, quem sabe, andar lado a lado com o cinema. Vale ressaltar que para tanto é preciso maturidade das desenvolvedoras para que o bom senso seja sempre "item idispensável" nesses games.
Quem leu o livro de George Orwell, escrito em 1948, vai fazer um paralelo interessante entre o título (também nome da obra) do post e a notícia que vou citar logo em seguida.
Bem, saindo da literatura e voltando para o mundo dos games, o que gostaria de avisar aos leitores desse fofo blog é a versão brasileira de um reality show cujos principais personagens serão os jogadores.
A propósito, vocês estão acompanhando o Play Us no Multishow? Trata-se de uma espécie de BBB que retrata a vida de um time de Counter-Strike feminino suéco chamado "Les Seules". Eu ainda não consegui assistir, mas ao longo da semana prometo que vou dar uma "espiadinha".
O BBB Gamer tupiniquim se chamará Gamers Life e, diferente do "Play Us", será exibido na internet. Assim como o reality do Multishow, o programa acompanhará a rotina dos jogadores. A versão brasileira também não será focada em um time só; as inscrições estão abertas para qualquer interessado e melhor: "é tudo na faixa". A fase de testes ainda não começou, mas pelo que tudo indica o pontapé incial está bem próximo.
Conversei com o pai do programa pelo MSN e ele me afirmou que logo deve aparecer também uma versão feminina para esse reality show brasileiro. Demais, não?
Engraçado como ser vigiado, definitivamente, entrou na moda, né? Eu acho interessante, mas confesso que algumas vezes tenho um certo medinho desse "mundo moderno". Haha!